Jack Reacher – O Último Tiro

Você é viciada em filmes/cinema/pipoca assim como eu? Sim? Então garanta sua poltrona no cinema para ver Jack Reacher – O Último Tiro, que na minha opinião é um dos melhores filmes dos últimos meses. Esqueça Missão Impossível ou Encontro Explosivo, filmes com participação do ator (lindo) Tom Cruise exageraaados e fora da realidade! Neste, você conseguirá se sentir na pele do personagem e se contorcer na cadeira a cada descoberta, e a cada tiro, claro! :)

JACK REACHER

Uma adaptação do livro policial de sucesso, ‘Um Tiro’ (One Shot) do escritor britânico Lee Child, Jack Reacher – O Último Tiro narra à história de uma cidade que ficou em luto devido a um crime brutal cometido contra cinco indivíduos “comuns”. Para o espanto de todos, o próprio acusado exige que o perito criminal Jack (Tom Cruise) cuide do caso. Assim, o misterioso ex-policial militar Jack Reacher é obrigado a interromper seu descanso numa praia de Miami e voltar ao trabalho cheio de tramas sujas e violentas. Sua teoria é que existe uma ligação entre as mortes dos cincos indivíduos e um desejo de um golpe milionário. Jack não desiste da verdade e tem um jeito especial de fazer a sua justiça, doa a quem doer.

Recomendo a todos que curtem ação, mistério, drama e também Tom Cruise!  :)

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Corre que o filme ainda está em cartaz!

Veja o trailer abaixo e diga o que achou.

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Novas fotos e informações sobre o longa Oz – Mágico e Poderoso

Pelo jeito, filmes de fantasia e universos mágicos estão dando super certo ultimamente. E vem mais um por aí: “Oz – Mágico e Poderoso”.

O filme parece ser uma ótima pedida para quem gosta do gênero. Com direção de Sam Raimi (trilogia Homem-Aranha), o filme não contará com os já clássicos personagens Homem de Lata e Espantalho, presentes em “O Mágico de Oz”.

Na trama, Oscar Diggs (James Franco), mágico de circo com ética discutível, é carregado do Kansas para a vibrante Terra de Oz. Lá, ele acha que alcançou fama e fortuna até encontrar três bruxas, Theodora (Mila Kunis, de “Cisne Negro”), Evanora (Rachel Weisz, de “A Casa dos Sonhos”) e Glinda (Michelle Williams, de “Sete Dias com Marilyn”), que não estão convencidas de que ele seja o grande feiticeiro que todos imaginam. Assim, ele é carregado para o centro dos problemas de Oz, e precisa descobrir quem é bom e quem é mau antes que seja tarde demais.

Só de ver as imagens dá para ter noção da bela fotografia do filme. Estou bem curiosa para ver, já que o diretor é conhecido pelos títulos bem diferentes deste, como Arraste-me para o Inferno.

A estreia está prevista para o dia 8 de março de 2013.

Veja mais fotos:

Trailer oficial:

Imagens: Divulgação

Vivo Open Air: como foi

Vivo Open Air (divulgação)

Apesar do Vivo Open Air acontecer desde 2002, a minha primeira experiência com o evento foi 10 anos depois. Para quem não sabe, é um evento da Vivo que disponibiliza um telão gigante para que os fãs de cinema possam ver dois bons filmes e uma atração musical por dia ao ar livre, isso tudo acontece durante a noite no Jockey Club.

Os termômetros em São Paulo marcavam 8 graus aquela noite – é, não foi fácil! Escolhi o feriado do dia 1º de maio para ir: Harry Potter e as Relíquias da Morte (Parte I e II) seriam exibidas. Apesar de saber que teria que acordar às 5 da madrugada manhã no dia seguinte, não tive como escolher outra opção a não ser ver os filmes inspirados nos livros de J. K. Rowling na tela de 325 metros quadrados – sim, é enorme!

E lá fui eu para a sessão que começava às 8 da noite.

O que foi legal

A organização do evento era ótima. Os funcionários estavam dispostos a responder suas perguntas antes mesmo de você fazê-las. Organizavam as filas, indicavam o local dos assentos e estavam atentos a tudo. O público também estava empolgado para o filme, suspiravam e aplaudiam algumas cenas (mas não eram do tipo de dar vergonha alheia, foi realmente legal), e assistir um filme ao ar livre tem um quê de romantismo pela sétima arte, o clima é outro. As cadeiras também proporcionam uma boa visão da tela, mas algumas ficam fora da arquibancada, quase abaixo da tela, deve ser um pouco difícil de enxergar de lá, mesmo que sejam inclinadas. A comida vendida é gostosa e a pontualidade foi quase perfeita. O Jockey é realmente um lugar bom para o evento, a visão além da tela é encantadora. Dá para ver os carrinhos pequenos passando na Marginal Pinheiros e observar as mudanças do céu escuro.

O que não rolou

O que mais incomodou no Vivo Open Air – a mim e a todo mundo – foi o frio. Já fui preparada para uma noite de cinema ao ar livre no gelado Jockey, mas o frio era absurdo, algumas pessoas foram até embora entre os dois filmes porque não aguentaram. Então, se você for no próximo, leve um cobertor, é sério! A organização não deve ter esperado que fizesse tão frio em abril, mas fez. E em alguns dias choveu, o que deve ter sido péssimo, mesmo tendo cobertura na maior parte dos assentos.

Aí é que os erros começaram. Fui na esperança de encontrar algo quente para beber, mas só tinha água, refrigerante (cada um por R$ 5) e bebidas alcoólicas, o Whisky era o mais próximo de uma bebida para se esquentar. A comida era gostosa: pizza ou cachorro-quente em tamanhos generosos, mas custavam R$ 10 e eram as únicas opções. Mas o pior mesmo eram as filas para comprar a comida, são poucos funcionários e espaço para muita gente. Se vendessem cobertores e chocolate quente, então… aí venderiam loucamente.

Na compra do ingresso (R$ 40 a inteira) é dito que a pipoca fica por conta deles, mas esqueceram de avisar que é um saco por pessoa (mas pelo menos têm alguns complementos gostosos pra colocar nela, como queijo e bacon em pó!). Lanchinhos nada saudáveis, mas que disfarçaram um pouco o frio.

Apesar do Jockey ser um ótimo lugar para um filme à céu aberto, fica complicado de ir de transporte público, mesmo porque o filme acaba de madrugada e aí não tem como voltar. Para estacionar lá dentro o preço é de R$ 30, ou seja, se você comprar uma inteira e pagar mais o estacionamento, seu passeio vai sair por R$ 70, sem contar o consumo lá dentro.

Mesmo com alguns imprevistos e pontos negativos, o Vivo Open Air vale muito a pena. Ver um filme em uma telona ao redor de pessoas que realmente estão ali para assistir à atração é realmente uma experiência única. Segundo o site, vai rolar um em breve no Rio de Janeiro. Se quiser mais informações sobre o evento é só acessar o site, e se quiser ver como foi visite o Flickr do evento.

Paraísos Artificiais

A temperatura vem caindo, aquele calorzão já foi embora e um cinema nessa época é muito bem-vindo!

Uma estreia bem curiosa acontecerá no próximo dia 4 de maio e com certeza não vou perder.

Paraísos Tropicais é um longa nacional estrelado por Nathalia Dill e produzido pelos mesmos produtores de Tropa de Elite e Tropa de Elite II.

A ficção retrata um mundo de sexo, drogas e música eletrônica com a intenção de levantar debates sobre o assunto e retratar nada além do que a realidade.

Na trama, Erika (Nathalia Dill, que também esteve em Tropa de Elite e atualmente é a Débora, em Avenida Brasil) é uma DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno, da série do canal Multishow Oscar Freire 279). Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi, de Tropa de Elite II) e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois Erika e Nando se reencontram em Amsterdã (já vi essa história!), onde se apaixonam. Só que apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram pouco após se conhecerem, anos antes.

O filme é resultado de nada menos do que quatro anos de pesquisa para a abordagem correta de todo o contexto. As filmagens foram realizadas entre os dias 18 de outubro e 25 de novembro na Praia do Paiva, no Recife, e também no Rio de Janeiro, na Praia do Arpoador.

Anote na agenda e não esqueça, 4 de Maio, maiores de 16 anos, já para o cinema.  :)

Assista ao trailer: